Na última reunião do grupo em Lisboa, realizada ontem, o tema foi workflow. Houve uma breve apresentação do tema realizada por
Peter Himschoot, da U2U, sobre Windows Workflow Foundation, e depois focou-se mais genericamente na utilização em cenários de utilização de workflows.
Talvez as principais questões de fundo em cima da mesa foram as seguintes: em que cenários é que se
devem usar workflows, e em que cenários
não se devem usar workflows? Estas questões são em parte filosóficas, ou pelo menos sem resposta até agora, quando é sabido que estruturas como:
IF x = 1 Then
Print("Hello World)
Else
Print("Bye World")
... podem ser vistas como workflows, ou fluxogramas. O suporte para workflows do WWF da Microsoft, que é não um produto (como o K2, W4, e
outros) mas uma
base library/framework, permite que, se o pretendermos, falamos
tudo como workflows.
O espectro parece ir desde cenários simples como o que está acima, aos cenários em que tipicamente se utilizam workflows, como sejam para implementar processos de negócio, processos que envolvam pessoas, etc., mas onde se desenha a linha?
Já alguma vez desenvolveu usando um sistema de workflow?
Sim, adquirido a um vendor (28.6%)
Sim, desenvolvido em casa (71.4%)
Não (0%)